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Happy & Healthy

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6 Atitudes para uma mente forte!

por Happy & Healthy, em 26.11.14

Já dizia o outro, "mente sã, corpo são". Nos dias de hoje, com o stress e ansiedade a que vivemos constantemente associados, ou poderei mesmo dizer pelos quais alguns de nós vivem assombrados, o paradigma toma outra força. E como o hábito faz o monge..., parece que estou num dia de provérbios!

   

Mas abro aqui um parêntesis para explicar este provérbio. Nós criamos as nossas rotinas segundo gostos pessoais e consequências das ações, faz parte de todo processo de aprendizagem. Nós fazemos uma ação e, se a consequência for positiva, ou prazerosa, temos a tendência para tornar a repeti-la. E repetimos. E repetimos. Até que se torna um hábito, e assim construímos uma rotina.

  

Quando associamos uma ação com algo prazeroso temos vontade de a fazer, mesmo antes de qualquer sensação, mas na esperança que nos sentiremos bem posteriormente. Da mesma forma, se imaginamos que uma ação será desconfortável, dolorosa ou não contribuirá de alguma forma para o nosso bem-estar, fugimos, evitamo-la a ela e a coisas relacionadas com a mesma, eventualmente.

   

Isto parece óbvio, mas é necessário que tenhamos consciência deste mecanismo para percebermos como se constroem os nossos medos, as nossas fobias, os nossos maus hábitos mentais, assim como para percebermos que somos capazes de os desconstruirmos, de forma tão possível como foi a sua construção.

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Tudo o que vemos não é o real, mas sim uma construção simbólica que fazemos do real, do que está à nossa volta, com muitíssimas influências, com base na nossa educação, no modo como os outros vivenciam o que os rodeiam, nas experiências vividas, na própria inteligência, consciência e perspetiva de cada um.

  

Uma mente forte constrói-se de dia para dia, tijolo sobre tijolo, a par de um corpo são, para alcançar um bem-estar pleno.)

  

Até aqui tudo bem, mas, fechando os parêntesis, e como o hábito faz o monge, como construímos nós esse hábito? Como criamos uma mente sã? Em baixo encontrará uma pequena lista de estratégias que deve adotar para iniciar esta jornada que é a mudança. Começar é o primeiro passo!

    

   

1. Ver a realidade com objetividade e otimismo

  

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Não existe bom, nem mau. Existe diferentes formas de percebermos as coisas que nos rodeiam, podendo assim ter um impacto positivo ou negativo sobre nós.

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Quando estamos perante uma situação que nos parece negativa, se não conseguimos encará-la de forma positiva, devemos tentar ter um olhar realista.

  

Os obstáculos estão lá. Vão surgir quando menos esperarmos, sabemos disso. Caímos muitas vezes, o segredo é levantar de imediato. Esta forma de pensar proporciona a motivação e força necessárias a qualquer atividade na vida. Permite-nos perder o medo do desconhecido e encarar o que possa surgir como um desafio, uma oportunidade de crescer, de ser melhor, no fundo uma nova experiência.

 

  

2. Ambicionar a completude, ao invés da felicidade

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A busca incessante pela felicidade pode ser prejudicial à nossa estabilidade emocional, incutindo o constante medo da tristeza.

  

Não nos podemos considerar vítimas de um destino cruel que veio arruinar a nossa vida perfeita. Os obstáculos fazem parte da vida e cabe-nos a nós criar alternativas criativas para tirarmos o melhor partido deles. Podemos ou chorar e ter medo, ou encontrar uma solução que nos faça inclusivé estar grato por eles. É importante reconhecermos que nos fazem crescer e que as emoções negativas devem coexistir com as positivas para que nos possamos tornar pessoas completas.

 

O importante é, em qualquer circunstancia, manter a calma. É impossível estar sempre feliz. O possível e alcançável é estar sempre calmo.

 

 

3. Viver no presente

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Pessoas depressivas vivem no passado, pessoas ansiosas vivem no futuro, pessoas mentalmente fortes vivem o aqui e o agora.

  

Vão buscar a experiência do passado para tomar decisões, a esperança no futuro para manter a motivação e a preserverança, mas o foco está no presente que lhes permite encarar a realidade de forma mais objetiva.

 

 

4. Ser persistente

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Um estudo realizado por The Duckworth Lab, revelou que a obstinação é a principal característica para o sucesso, ultrapassando qualidades como o QI, a inteligência emocional, a aparência e a saúde física. A preserverança é essencial quando se quer vencer a longo prazo.

 

Ter os objetivos bem presentes, são uma motivação que faz bem à mente, desde que dentro dos limites aceitáveis. permitindo-nos encarar um obstáculo como um desafio e, sobretudo, acreditar no nosso valor e capacidade.

 

 

5. Saber quando desistir

 

A desistência não é sinónimo de fragilidade, de fraqueza. Muitas vezes, mostra de sensatez.

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É necessário reconhecer que somos responsáveis pelas nossas ações, mas as consequências das mesmas já estão fora do nosso alcance e, como tal, quando chega a altura em que podemos dizer - "Tentei tudo, mas não consegui", talvez esteja na altura de perseguir outros sonhos.

 

 

6. Amar a vida

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A nossa vida é construída por nós. É preciso fazê-lo de forma equilibrada, não podendo ser só trabalho/estudo, ou só família, ou só amigos e diversão. O quotidiano deve ser um conjunto de tudo isto em conta, peso e medida. Temos que sentir esse equilíbrio, que valorizar o que conquistámos, desejando e festejando o sucesso - o nosso e o dos outros!

 

 

Em tom de conclusão, podemos dizer que a resistência mental depende de três principais características - percepção, ação e vontade.

 

Aceitar que há coisas que não controlamos e encontrar força, energia e motivação para lidar com isso, é uma característica fundamental para ultrapassarmos os nossos medos, quaisquer que eles sejam. O mundo exterior deve ser perspetivado de um modo saudável, de modo a que não vejamos nele um inimigo, mas sim a tela de fundo para uma vida cheia de cor.

 

 

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 "And may you always remember that obstacles in the path are not obstacles, they ARE the path."

Jane Lotter

 

 


Iogurte com quê?!

por Happy & Healthy, em 19.11.14

Um iogurte caseiro magro é um ótimo alimento e bastante prático para criar pequenos-almoços e lanches diversificados e nutritivos.

 

Hoje vou dar-vos algumas ideias para personalizarem as vossas refeições.

 

1. Cereais Integrais

   

Pode juntar ao seu iogurte alguns cereais. Tente excluir cereais açucarados, mesmo aqueles que anunciam ser   dietéticos, não o sendo de facto.

  

Prefira muesli, cevada ou aveira, por exemplo.

 

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2. Fruta fresca

 

Esta é uma ótima opção para um pequeno-almoço vitamínico. Fruta fresca de época, com baixo índice glicémico, cortada e misturada no iogurte, dando um sabor adocicado.

   

Tenha em atenção que deve sempre ingerir um cereal, quando opta pela fruta, para que o açúcar desta não impacte de forma abrupta a sua glicemia.

  

O mel é também um adoçante natural, mas não deve abusar, nem consumi-lo por hábito. O meu conselho é que faça um uso transitório para que gradualmente se possa habituar a sabores menos doces.

 

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3. Frutos secos

 

São um ótimo elemento estaladiço para acrescentar e ricos em propriedades benéficas para o corpo. Contudo, deve-se optar por uma dose baixa pois são ricos em gordura, embora que cardioprotetora.
Tome cuidado, e evite os frutos secos fritos e com excesso de sal, como vêm muitas vezes nas embalagens.

  

Pode escolher entre nozes, amêndoas, avelãs, etc.

  

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4. Sementes

Aqui está uma excelente oportunidade para inserir sementes na sua dieta que são bastante benéficas para a saúde aos mais diversos níveis. Temos as sementes de linhaça, de sésamo, de chia, e muitas outras. O ideal será optar por apenas uma variedade e ir alternando nas diferentes refeições.

  

Deve ler previamente os efeitos para que possa adequar às suas necessidades pessoais.

 

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Como diria uma amiga minha, não se deseja bom apetite, porque apetite a pessoa já tem, pelo menos assim o espero depois deste post! Deseja-se sim bom proveito. E é isso mesmo que lhe desejo amanhã de manhã, que aproveite o momento em que se delicia com os seus ingredientes preferidos naquele momento, naquela dose, e que a partir daí os seus pensamentos voem para o seu dia produtivo e positivo, com muita energia!


Faça o seu próprio iogurte!

por Happy & Healthy, em 18.11.14

Olá, olá!

No última artigo, falei na importância de um pequeno-almoço forte e nutritivo.

   

Um dos alimentos que pode ser o elemento central do pequeno-almoço é o iogurte, permitindo uma série de misturas interessantes e deliciosas.

   

Hoje deixo aqui a sugestão de preparar o seu próprio iogurte em casa, longe de aditivos, conservantes e personalizado ao seu integral gosto, a um custo muito reduzido! Encontrei dois sites fantásticos - Martha StuartThe Kitchn - com dicas super rápidas e práticas para confecionar iogurtes em casa, sem máquina própria! Ora experimente:

 

1. Reunir os ingredientes

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 Vai precisar de:

um litro de leite - obviamente que sugiro o leite magro, embora com o gordo fique mais cremoso, mas não se justifica pois contém muita gordura prejudicial e há outro métodos para engrossar o iogurte se achar necessário-,

3 colheres de sopa iogurte - deve ser magro, não açucarado e sem aromas; este vai providenciar a fermentação do novo iogurte-,

1 tacho relativamente largo

1 termómetro (dá algum jeito, mas também pode tentar sem).

 

   

2. Mãos à obra

 

Esta é a parte do processo que necessitará da sua intervenção. Sim, é só esta! Não disse que era rápido?

Deve aquecer o leite em lume médio, até o leite atingir cerca de 180º (temperatura anterior ao seu ponto de ebulição), mantendo-o assim durante 5 ou 7 minutos, mexendo levemente, para garantir que não se pega ao fundo. Depois deixar arrefecer até cerca de 115º.

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Deste leite, retira-se uma concha para um recipiente à parte, onde estarão já as 3 colheres de iogurte, misturando-se.

   

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De seguida, transfere-se todo o leite para um recipiente tipo jarro, juntando esta mistura de leite com iogurte (se preferir também pode manter no tacho, ao invés de transferir para um jarro).

 

    

3. Manter quentinho

    

Nesta parte, apenas necessita de se assegurar que o protótipo de iogurte se mantém quentinho, mais ou menos a 115º. Para tal, deve-se envolver o recipiente onde ele se encontra com toalhas de cozinha, uma técnica antiga.Este procedimento dura cerca de 4 ou 5 horas, mas depende bastante do tipo de iogurte prévio usado, da temperatura do iogurte, e deste tempo depende a espessura do iogurte final. Pode também deixar durante a noite, por exemplo.

     

Uma outra opção é colocar o recipiente no forno desligado, mas com a luz acesa.

    

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4. Tornar fresquinho

   

Aqui sim, deve-se transferir para um recipiente tipo jarro, ou copo de iogurte, caso não o tenha feito ainda, para que o possa conservar fresco no frigorífico. O iogurte feito em casa, dura cerca de 2 semanas.

Sugestão: Guarde 3 colheres para usar no seu próximo iogurte!

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5. Tire as teimas

  

Pode à primeira vista não parecer assim tão simples, mas acredite que é! Se ficou com dúvidas, espreite este vídeo.

 

Com a experiencia deve ir apurando as doses e tempos de cozedura e arrefecimento para obter a textura da sua preferência

   

6. Saboreie

   

Finalmente, só resta saborear! Pode dar asas à imaginação, e juntar uma infinidade de ingredientes. Amanhã darei algumas sugestões! Bom apetite!

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O mundo encantado do H2otel

por Happy & Healthy, em 16.11.14

 

Chegamos a esta altura do ano em que o trabalho se começa a acumular, as frequências e exames a aproximarem-se, o stress a dominar-me, e toda a minha concentração parte no incauto da imaginação que me desenha no mundo encantado dos spas... Aposto que também vos acontece...talvez muito de vez enquando!

  

E, sonho puxa sonho, e sonhar é gratuito (por enquanto!), dei por mim nesta relaxante banheira de hidromassagens, ao som de Chopin. Eventualmente até com uma companhia interessante, a fazer sabe-se lá o quê...

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 E, quando relaxar se tornasse extremamente cansativo, sempre poderia sair do quarto, sim, porque estou no quarto!...

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 ... E interagir com os demais seres relaxantes do espaço. Talvez, nas termas que estão integradas neste renovador H2otel, com uma oferta variadíssima que vai desde tratamentos termais, piscinas de água quente interiores e exteriores, sauna (com cromoterapia se quisermos), duche de contraste, uma sofisticada gama de massagens, tratamentos de estética naturais, até ginásio e acesso a profissionais de saúde de diferentes áreas. Não sabendo o que alguns dos tratamentos concretamente oferecidos significam, parece-me tudo muito bem! Eu, por mim, começava pelas piscinas interiores...

 

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Quiçá, poderia ainda banhar-me sob o limpo luar, protegida por uma mulhara de recortadas montanhas, que se escondem por debaixo de um natural manto branco.  

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Quando o sol raiasse, esperar-me-ia um vitamínico sumo natural para repor as energias antes de uma caminhada pelo Parque Natural da Serra da Estrela, uma aula mais relaxante, um passeio mais regional e turístico, ou quem sabe, uma atividade mais radical (slide, rapel, escalada, ...), que às vezes a adrenalina também é precisa. Dou-me a aventuras, de vez enquando!

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Mas o pequeno-almoço é para saborear. Não é à toa que é classificado como "a refeição mais importante do dia"! É realmente essencial, depois de tantas horas em jejum, e principalmente antes de um dia ativo. E este, trata-se de um particulamente delicioso, desfrutado na bonita fachada do vale glaciar da Alforfa, que é construída pela beleza da natureza duramente talhada do interior português, enquanto se impõe o fresco que sobrevoa a Serra da Estrela, nesta altura do ano.

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Não, nunca lá fui...mas como eu disse, sonhar não custa!  

        

 

 

 

 

 

 

 

Sim, é mesmo o que ouvir! «Mas, mas, aquele alimento, diz que faz bem!» Faz! Mas será o mais adequado para quem quer emagrecer? Não necessariamente. Sim, estou a falar de uma dieta para emagrecer saudável! Olhe, repare.

    

Há uma relativa diferença entre uma dieta para perder peso e uma dieta de manutenção de peso, falando sempre dentro dos limites saudáveis. Há alimentos, com propriedades vantajosas para o corpo, mas que poderão não ser os mais adequados quando se quer emagrecer. Confuso? Veja estes exemplos:

     

Frutos secos

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Têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Contudo, possuem também um elevado teor de gordura. Sim, é verdade que se trata de gordura "boa", insaturada, favorecendo a diminuição de risco cardiovascular. Por esta razão são ótimos para uma dieta de manutenção, numa dose regrada - um punho por dia por exemplo, devido à riqueza das suas características. Porém, não para quem quer emagrecer. Umas 100 gr deste fruto seco, correspondem a cerca de 600 calorias extra.

    

    

Banana

  

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Trata-se de um fruto com muita fibra e grande teor em potássio e magnésio, ótimo para quem tem cãimbras musculares recorrentes. Porém, trata-se de um dos frutos mais calóricos e, como tal, não tão aconselhável numa dieta de emagrecimento. Por outro lado, quem tenha já o peso desejado, pode comer uma banana por dia, sem que isso modifique significativamente o seu peso.

  

 

Conclusão, devemos conhecer as características básicas dos alimentos que fazem parte da nossa dieta, para que possamos fazer uma seleção. Percebe-se assim que para quem quer emagrecer, alguns alimentos mesmo que benéficos, devem ser reduzidos para que não atrapalhem esse mesmo objetivo e, uma vez conseguido, pode reintroduzir estes alimentos na rotina dietétia, em conta, peso e medida!

 

Ajudou?


Entre olhares no metro

por Happy & Healthy, em 09.11.14

Não sei se partilham da minha opinião, mas há poucas coisas mais constrangedoras que andar de transportes públicos. Calma, sosseguem os pensamentos efusivos que não vou falar de proximidade física...mas podia!! Uma pessoa vai a ler descansada, concentrada em que a vista chegue às palavras que saltitam ao balanço dos solavancos da estrada, quando, pensativa, levanta a cabeça e cruza o seu olhar com alguém que estava já a observar, vários lugares à frente. E, qual vergonha qual quê?! Nem sequer disfarça, continua a examinar-me, como se de uma montra me tratasse. De mulher para mulher. Das duas uma, ou fico a achar que tenho uma etiqueta amarela na testa, ou que a minha beleza é hipnotizante. Assim como assim, acho que prefiro guardar a segunda... :))

   

 

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As melhores frutas

por Happy & Healthy, em 09.11.14

Serão todas as frutas aconselháveis a uma alimentação saudável? Farão todas "bem" à saúde?

 

De facto, as frutas são alimentos muito ricos em fibra, vitaminas e minerais, representando assim uma mais valia para a alimentação. E dentro da enorme variedade disponível, podemos variar, sendo que desta variedade talvez abusar mais de umas que de outras...

 

Exemplificando, a maçã e os frutos vermelhos são alimentos com propriedades medicinais reconhecidas.

 

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A maçã é uma ótima aliada na redução do colesterol e dos triglicerídeos no sangue, bem como da glicemia, devido principalmente ao seu teor em pectina que impede a absorção de gorduras a nível intestinal, além do que contém propriedades anti-cancerígenas.
Adicionalmente, é rica em ácido ursónico que ajuda o metabolismo a acelerar, queimando mais calorias.

   

Os frutos vermelhos, por sua vez, têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, componentes muito potentes na proteção de cancro, de doenças cardiovasculares e no atraso do envelhecimento.

 

Estas duas têm o benefício de possuirem um baixo índice glicémico. As de que vos falo em seguida já não gozam dessa vantagem.

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Exatamente por essa característica, as frutas exóticas são de evitar. A título de exemplo temos a maga e a papaia que além do índice glicémico elevado, se destacam negativamente pelo tamanho que engana. Assim, quando uma pessoa come uma manga, está a ingerir em termos de quantidade o equivalente a duas ou três maçãs.

 

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Como tal, a minha dica é: Se está numa dieta de emagrecimento, evite frutas exóticas. Se, por outro lado, está numa dieta de manutenção, pode comer de vez enquando, pois a variedade é sempre uma mais valia. Mas, quando o fizer, dê preferência a depois da refeição, para que os açúcares não sejam absorvidos em grande escala, e fique pela metade. No dia-a-dia, opte pelas frutas de época, regionais e, preferencialmente, pelas menos doces. ;)


Sabores de Novembro

por Happy & Healthy, em 08.11.14

Acabei de comer o primeiro dióspiro do Outono! Se há uma coisa que eu adoro nesta altura do ano, para além de ficar quentinha em casa a ver um filme quando chove torrencialmente lá fora, é dióspiros e abóboras!

  

Os dióspiros, para ser sincera (e sabem que com vocês sou sempre!), devoro-os como se não houvesse amanhã. Não resisto àquele sabor adocicado envolto na textura suavemente gelatinosa. Mnnnha! Excluo sempre aquela variedade dura, dos quais embora se teçam maravilhas, nunca me pareceu conviencente uma aproximação a um sabor que para mim era já a fórmula perfeita.

  

A abóbora, bem a abóbora traz-me sabores, cheiros e memórias de infância. Na sopa, em bolos caseiros, em papas, em filhoses, enfim, toda uma variedade de aplicações deliciosas a que não consigo fugir. Já para não falar da máscara de abóbora com que ia fazer as travessuras de halloween enquanto pequena. Acho que todas as crianças, um pouco por todo o mundo, vivem fascinada com este alimento. Fascínio este que terá começado talvez pela cinderela, continuado com o halloween, e perpetuado com os sabores dos cozinhados das mães, já herdados das avós. Ou então sou só eu...

 

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Mito!

   

Várias pessoas, quando pretendem emagrecer, optam por ingerir ao almoço apenas uma sopa e uma peça de fruta. Esta prática é bastante comum, mas é uma escolha errada principalmente por este motivo:

   

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 A combinação em causa vai gerar um aumento rápido de insulina no sangue, levando a que haja diminuição acentuada dos níveis de açúcar no sangue que, como disse anteriormente, devem ser mantidos o mais constante possível. Tal é potenciado se a sopa for de batata, cenoura ou abóbora, alimentos que se devem evitar em excesso na confeção de sopas.

   

Este efeito fisiológico que descrevo reflete-se na prática com...muita fome! Fome durante toda a tarde que, geralmente, as pessoas tendem a compensar com pão, bolachas, bolos, sumos, e outros alimentos desaconselhados.

   

Assim, ao almoço, com meio dia ainda pela frente, é aconselhável que faça refeição completa, não esquecendo uma boa quantidade de proteínas, legumes e fruta.

   

Contudo, se fizer esta refeição ao jantar já será mais aceitável, especialmente se depois da refeição o seu nível de atividade for baixo. O corpo não necessita de tanta energia e uma refeição leve é suficiente.

 

 

 


Rótulos alimentares: Tire as teimas!

por Happy & Healthy, em 07.11.14

Quantas vezes já se sentiu confuso a olhar para os rótulos dos alimentos? Aqui, pode aprender rapidamente a "ler" de forma rápida e prática estas informações tão importantes que condicionam a qualidade da sua alimentação.

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1. Olhar para além do marketing

  

Mesmo antes de entrarmos no supermercado, somos bombardeados com marketing relativo aos mais diferentes items alimentares. Infelizmente, estamos na maioria das vezes perante publicidade enganosa e é preciso ter cautela e confirmar na lista de ingredientes a ideia que a marca quer vender.

   

E como é que isso se faz? Uma técnica simples é comparar o alimento pretendido com o alimento 'modelo'. Por exemplo, uma marmelada com menos teor de açúcar, pode compará-la com uma marmelada comum. Nesta análise, não se restrinja à quantidade de açúcar, repare também nas calorias, nos lípidos (gorduras). Por vezes os produtos podem de facto compensar na quantidade de açúcar, mas ter outros items adicionados que não os tornam melhores opções relativamente ao produto inicial. É preciso estar atento. 

  

2. A lista de ingredientes é importante!

 

Tamanho da lista:  Devemos preferir alimentos com listas de ingredientes curtas. Se se resumirem a um ingrediente, fantástico! Quanto menos aditivos, mais perto do seu estado natural o alimento se encontrará, mantendo as propriedades nutricionais.

 

Ordem dos ingredientes:  a lista surge ordenada segundo a quantidade do ingrediente no produto final – os que surgem em primeiro lugar estão presentes em maior quantidade, e os últimos em menor.

 

Quantidade de aditivos: A regra é: aditivos, quanto menos melhor! E como sabemos nós que estão presentes? Na lista de ingredientes, surgem segundo o seu nome específico ou com uma letra, seguida de 3 algarismos – ex: E262.

  

Atenção aos familiares do açúcar: Este ingrediente esconde-se por detrás de diversas designações, que vão desde açúcar invertido, açúcar mascavado, mel, sacarose, maltose, dextrose, lactose, frutose, glicose ou glucose, a xarope de glicose, xarope de milho, e xarope de açúcar amarelo, entre outros xaropes.

  

Atenção à gordura: Esta, tal como o açúcar, pode-se esconder em diversos componentes - manteiga, manteiga de cacau, margarina, gordura vegetal, gordura vegetal hidrogenada ou parcialmente hidrogenada, óleo de palma, óleo de coco, ácidos gordos, ácidos graxos, ómega 3, etc.

 

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3. Preferir o integral?

   

E que significa isto de integral? Significa que não é descascado nem refinado, conservando todas as suas propriedades iniciais.

  

Contudo, apesar de ser integral, pode também ter mais calorias. É preciso ter atenção.

                                        
Mas, maioritariamente, os alimentos integrais mantêm características semelhantes às dos refinados, ganhando no maior teor de fibra, gorduras boas, vitaminas e minerais. Uma das grandes vantagens dos cereais integrais é que são mais lentamente absorvidos pelo intestino (e em menor escala), tendo um índice glicémico menor, ou seja, não elevam tanto os níveis de açúcares do sangue.

  

Logo, se as restantes características de mantiverem, deve-se sim preferir o integral!

  

Ser integral é ser saudável? Nem sempre! Se for integral, mas ainda assim rico em açúcares ou gorduras, deve-se ter cuidado na quantidade ingerida. Há sempre que avaliar o tipo de alimento que temos em mãos.

 

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4. O que significa Light afinal?

   

Light significa apenas que o produto teve qualquer nutriente reduzido – e é preciso saber exatamente qual foi!

  

Exemplo 1: Uma gelatina light que diga «0% de gordura» não tem grande vantagem sobre uma gelatina não light, uma vez que se trata de um alimento que por si já é pobre em gordura. Uma gelatina ser light não significa que o açúcar tenha sido reduzido.

   

Exemplo 2: Queijo light - Como não tem açúcar, o fato de ser light pode significar que houve redução de gordura.

  

Exemplo 3: Cola light – Como não tem gordura, pode significar que houve redução de açúcar ou que este foi substituído por adoçante.

   

Concluindo, quando um alimento é light deve-se, ainda assim, verificar a quantidade de açúcares e de gorduras saturadas e trans (as prejudiciais ao nosso corpo).

    

   

5. O que significa Diet?

  

Os produtos diet são completamente destituídos de determinado ingrediente, seja ele hidrato de carbono, lípido, proteína, lactose, sódio ou outro. São criados para pessoas que devem seguir uma alimentação com uma restrição específica, como diabéticos (alimentos sem açúcar) , hipertensos (alimentos sem sódio) ou intolerantes à lactose (alimentos sem lactose), por exemplo.

     

Como tal, ser diet não significa necessariamente poucas calorias, baixa quantidade de açúcar ou gordura. É preciso estar atento aos rótulos.

 

Alguma dúvida?

 

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