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Ginásio, a quanto obrigas?! – Cardio

por Happy & Healthy, em 29.08.14

Hoje apresentei-me no ginásio, tal qual soldadinho de chumbo, pronto a levar a cabo a sua missão. Havia decidido que iniciaria com uma opção que considerei mais leve: pilates.

 

Mal chego, introduzo-me junto da receção e rapidamente um funcionário do local se prontificou a mostrar-me o espaço. Inicialmente, indicou-me os balneários para que me equipasse e, posteriormente, apresentou as duas salas destinadas a aulas de grupo. De seguida, subimos as escadas que levavam ao ginásio. Este, tal como esperava, era um espaço composto pelos mais variadíssimos aparelhos. Espantei-me, contudo, ao ver nas paredes algumas televisões, cada uma com o seu canal, que permitiam aos utilizadores das máquinas verem os programas, durante o treino. Mais boquiaberta fiquei, quando me mostraram as funcionalidades acrescidas de algumas passadeiras, proporcionando não só a visualização de qualquer canal televisivo, como inclusive consultar a internet – e-mail, facebook, etc.-, tudo enquanto de anda ou corre. «Modernisses», pensei. Em redor, viam-se pessoas de todas as faixas etárias e de diferentes composições físicas, pelo que facilmente me senti integrada.

 

 

 

O funcionário fez então sinal ao personal trainer, pedindo-lhe para me acompanhar, especialmente naquele primeiro dia. Fui raptada dos pilates para o ginásio. Escusado será dizer que o PT, para além de ter aproximadamente a minha idade, estava mais que "em forma”. Quando me questionou sobre há quanto tempo não praticava exercício, senti-me como uma criança a esconder uma traquinice. Corei ligeiramente, mas logo me desculpei com as caminhadas diárias que faço desde que deixei de correr ao ar livre.

 

Aconselhou-me que me estreasse com um treino composto por exercícios cardiovasculares para aumentar a capacidade cardiorrespiratória e muscular. Comecei na passadeira a andar com uma velocidade relativamente rápida por vinte minutos, durante os quais deveria ir aumentando progressivamente a intensidade ou inclinação até um certo grau. Explicou-me que a inclinação deve ter sempre um mínimo de 0,5 para proteger o impacto nas articulações. Confesso que não fiquei fã, prefiro sem dúvida fazê-lo na rua, acho mais relaxante. Enfim, são gostos…

 

Depois desse aquecimento, estive um quarto de hora na bicicleta e o mesmo tempo na elíptica, aparelhos que achei mais aliciantes. Alertou-me para o facto de ter de manter as costas direitas e incentivou-me a manter o ritmo acima das rotações por minuto que considerou adequadas. No final, diminui a frequência cardíaca durante poucos minutos numa passadeira. Quando terminei, sugeriu-me que passa-se ainda pela piscina, enquanto me piscava o olho. Porém, eu, vermelhíssima, dei o meu treino por terminado. O que posso dizer é que a sensação, no final do primeiro treino, é de transpiração e de missão cumprida.

 

 

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Dica:

 

O exercício físico deve ser iniciado, de forma progressiva e adequada a cada pessoa, e após uma avaliação médica. É importante que estejamos conscientes de possíveis limitações para poder proteger o nosso corpo. Caso o treino seja guiado por um PT ou professor, este deve ser informado de condições médicas eventualmente existentes. Posto isto, é desfrutar.

 

Inicialmente pode revelar-se muito puxado ou, contrariamente, pode até estar à altura do desafio. Depende muito do tipo de vida que mantinha antes de iniciar, se está mais ou menos habituado à atividade. Mas no fim, o que importa é que vá, que treine, que se sinta cada vez melhor, ao seu ritmo. E tenha isto em mente: Depois do primeiro treino, nunca mais pare! O difícil é começar.

 

 

 

 

 

 

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Este artigo integra a rúbrica ‘Ginásio, a quanto obrigas?!’, na qual descreverei, de forma breve, a minha experiência no ginásio de durante duas semanas. Ver Ginásio, a quanto obrigas?!

 

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