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Não sei o que faz este José Rodrigues dos Santos, que não consigo largar as linhas que escreve. Não há direito! Uma pessoa escolhe um romance para matar o tempo nas férias de verão, entre uns mergulhos e uns banhos de sol, mas mal se começa, não se consigue parar, qual mar, qual quê?

 

Fico na toalha intrigadíssima, a tentar imaginar mil e uma formas de Afonso se cruzar nos trilhos de Agnès, como se coubesse à minha pobre vontade os seus fadados destinos, provavelmente trágicos (não me contem, por favor). Desconfio que até irei deixar escapar umas lágrimas (não seria a primeira vez), e mesmo assim não paro, não há direito!

 

Um romance de época que retrata com um realismo impressionante o contraste entre as diferentes classes sociais no início do século XX, e sempre segundo a agradável fluidez literária a que o seu autor já nos habituou, impossível de largar do princípio ao fim. Pouco recomendado, para quem não se procura envolver ou emocionar, principalmente à vista dos voyeurs da praia (que vergonha!).

 

 

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2 comentários

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De Maria Araújo a 07.08.2015 às 12:44

Pois!
Não li JRS, tenho imensos livros que gosto para ler e seleciono os que leio na praia.
E os voyeurs são lixados.

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De Happy & Healthy a 10.08.2015 às 23:14

ahaha, pois são :/

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