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Stop Bullying!

por Happy & Healthy, em 05.06.15

Hoje quero-vos falar da prática de bullying que me tem assustado bastante nos últimos tempos, devido às situações de mau caráter, e até macabras, que têm vindo a público pelos media.

 

A propósito da semana dedicada às crianças, aqui no blog, queria chamar a atenção para a importância dos pais, quer na educação dos filhos, quer na sua integração e interação com o mundo em redor.

 

Eu sei que é bem mais fácil falar, mas ultimamente tenho visto n situações que me têm alertado para o facto dos miúdos estarem cada vez mais precoces e mimados. Se são tão exigentes com os próprios pais, imaginem-nos na escola, a lidar com professores e colegas. Por mais fofas que as crianças sejam, nós bem sabemos que conseguem também mostrar-se maldosas, sobretudo se tiverem donde tirar ideias. De facto, o que atualmente é um problemazinho, poderá vir a transformar-se num problemão! Por isso, há que ter a noção que dizer que 'não', muitas vezes não fecha nenhuma porta, deixando, pelo contrário, muitas janelas abertas, com vistas maravilhosas para o futuro.   

 

Como devem abordar este problema com os mais pequenos? Deixo aqui uma pequena série de imagens capaz de ilustrar uma conversa educativa sobre o respeito pela diferença.

 

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 Créditos de imagem | Sachin Parekh, Ultimate Design

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Querido, põe a trela ao menino!

por Happy & Healthy, em 01.06.15

Hoje deparei-me com uma invenção muito estranha. Tive inclusivamente que esfregar os olhos para me certificar de que não estava a ter um surto de alucinações sobrepostas. Acontece que passeava tranquilamente pelos jardins de Serralves, quando eis que reparo numa pobre criança vestida com uma espécie de trela, com que o pai a mantinha perto do seu alcance. Ó meu Deus! E pensava eu que já tinha visto de tudo, quando descobri um casal de vizinhos universitários que passeava o gato atrelado.

 

Vamos lá ver! Há animais que precisam de ser domados. E depois há outros que precisam da sua liberdade, por mínima que seja. Pensava eu que os gatos pertenciam a este segundo grupo! Quanto às crianças, talvez se ponha a questão, consoante o nível de travessura que o diabrete consiga atingir por unidade de meio minuto.

 

Prontooo, está bem, eu paro de divagar. Queridos neopais, falando agora de uma filha para uns pais (ou talvez para pais que são filhos, ou vice versa), não sabendo eu o que é isso da maternidade, e mesmo compreendendo que será difícil controlar os mais pequenos, assim como não ter distrações após várias noites mal dormidas e ainda, admitindo que este objeto deve ser bastante prático para os manter debaixo de olho, tenho de questionar: não será um pouco demais atrelarmos as nossas crianças?

 

Ela assim não cai e parte o joelho? Facto. Ela assim não se perde? Verdade. Mas não serão essas pequenas travessuras também parte da infância, parte do jogo da descoberta dos seus pequenos mundos, parte da vivência e até da preparação de cada criança para o seu futuro? Além do mais, não será também importante habituarmos os pequenos à sua liberdade incutindo-lhes a responsabilidade inerente à mesma?

 

Confesso que me faz bastante confusão esta ideia. E vocês? Há alguém com vontade de se expressar por aí? :)

 

 

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