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Conheces algo mais poderoso que um olhar? Um olhar pode ser mil e uma coisas, pode ser sexy, meigo, doce, mortífero, poderoso. O olhar certo pode desarmar-nos em segundos, e, ainda assim, é algo que facilmente nos passa despercebido no dia-a-dia.

 

Por isso mesmo, não vos podia deixar de vos falar na experiência out of the box que foi o The World’s Biggest Eye Contact Experiment, realizado no Porto a 15 de Outubro, após ter percorrido mais de 50 cidades em todo o mundo. Este projeto reuniu tantos participantes quantos se mostraram ao nível do desafio, colocando-os frente a frente, olhos nos olhos, durante alguns minutos, propondo-lhes que sentissem o que cada olhar tinha a dizer.

 

E sim, eu sentei-me (voluntariamente) à frente de desconhecidos, pessoas tão diferentes quanto possam imaginar, e olhei-as nos olhos por alguns minutos, muitas vezes sem antes trocarmos quaisquer palavras. Não foi um ato de loucura, foi apenas curiosidade, expectativa, e não me arrependi minimamente.

 

Digo-vos mais: foi uma sensação incrível. Geram-se emoções espantosas através do simples contacto humano, da presença, do olhar. É inexplicável o que aprendemos, sobre os outros, mas também sobre nós mesmos, com este simples exercício, tão banal e, ao mesmo tempo, tão complexo.

 

Este é mais uma chamada à terra, à essência (e continuam a ser poucas), um alerta para lembrar que, no dia-a-dia, só não vê quem não quer, um alerta humilde para que vejamos e que queiramos.
 

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«Como é que ele tem tempo para tudo?»

por Happy & Healthy, em 13.10.15

Tenho andado a mil à hora e sinto cada vez mais que o tempo não pára para que respiremos, o tempo não espera que nos apeteça sair da cama ou que tenhamos coragem de o enfrentar. E é nesta carruagem em movimento constante, que intercalo fases de letargia, com outras de vontade intensa. Mas quando o motor arranca finalmente, é tal a vontade de viver, de ver, de fazer, que o simples ato de dormir, parece uma necessidade insensata, uma puro desperdício de tempo.

Foi então que decidi ler mais sobre gestão de tempo e a primeira coisa que aprendi foi: o tempo não se gere. O tempo passa e pronto, não se pode gerir. O que podemos de facto controlar é a nossa auto-gestão, o planeamento e o compromisso, e isso sim, faz toda a diferença. De facto, assim como decidir atribuir uns minutos a aprender como fazer uma melhor gestão das minhas atividades, aprendi que essa é a chave de todo o processo. A vida é feita de escolhas, e se não há tempo para tudo, a única solução é ESCOLHER. Deixo-vos umas dicas gerais e sintéticas, para que não percam mais tempo que o estritamento necessário. ;)

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1º Passo: Fazer uma to-do list.
  

2º Passo: Filtrar a "to-do list", segundo requisitos rígidos, respondendo, relativamente a cada tarefa, três questões básicas:

 

  • Vale a pena fazê-la? A tarefa fará realmente diferença no futuro?

 

  • Posso automatizar esta tarefa? Se há essa possibilidade, apesar do processo de programar os próximos passos possa ser demorado, a longo prazo esta opção irá poupar bastante tempo.

 

  • Posso delegá-la? Se for possível atribuir determinada tarefa a alguém, apesar de exigir tempo de adaptação, a longo prazo a pessoa será capaz de realizar a tarefa na perfeição, poupando bastante tempo.

 

3º Passo: Agendar e planear as tarefas, que sobreviveram ao filtro implacável, é um imprescindível. Impõe-se a questão: vou realizar esta tarefa agora, ou mais tarde?

 

  • Se a tarefa deve ser realizada esta semana, agenda-a no teu plano semanal, enão esquecendo de estimar o tempo necessário de forma realista. É imporante que neste plano, reserves tempo para descansar, para fazeres exercício e te divertires. A vida não pode ser feita de obrigações.

 

  • Se a tarefa pode esperar, então nessa altura, deverás submetê-la novamente ao filtro, porque as nossas prioridades mudam constantemente.

  

4º Passo: Vou fazer esta tarefa? Ah, talvez... Talvez, não. Por favor, tudo menos talvez. Ou sim, vou. Ou não, não vou. Pois assim que te decides e te comprometes com essa decisão, tudo fica mais claro e preciso na mente e na agenda. Ser positivo e decidido faz parte da estratégia. A vida é feita de opções, não há como fugir.

 

 

 

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De encantos tamanhos

por Happy & Healthy, em 31.08.15

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Hoje é o último dia do mês e está na altura de fazer o balanço.

Este verão foi muito positivo em viagens, em reflexões e descobertas. Tive a sorte de conhecer alguns cantinhos de Portugal que para mim eram ainda mistério e, ao contrário do que costumo fazer, este ano mantive-me longe das costas alentejana e algarvia, apesar das paisagens paradisíacas. Achei que era altura de mudar de ares.

 

No norte do país, as praias revelam uma subtil beleza selvagem (felizmente longe ainda dos holofotes turísticos que arruinaram o sul, arrancando-lhe as raízes da cultura portuguesa). O mar, apesar de, em geral, mais frio ou até mais bravo, tem propriedades minerais de louvar, como o seu rico teor em iodo.

Temos a sorte de viver num país com uma costa riquíssima do Algarve ao Minho, e eu, pessoalmente, gosto de aproveitar todas as suas vertentes. De viver a luz deste Portugal, de encantos tamanhos.

 

 

 

 

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Camping Virgin

por Happy & Healthy, em 17.08.15

Eu até queria ir acampar. Não estava super entusiasmada, confesso, a ideia de não ter uma cama fofinha ali ao lado tornou-me um pouco cética em relação à aventura. Mas era o Gerês. O fabuloso Gerês, de paisagens fluidas e montanhosas, de tons castanhos entrecortados por arvoredos verdejantes, e eu não conhecia o Gerês. Foi assim que lá me deixei persuadir.

 

Digo-vos com sinceridade, não foi mau, de todo. Tudo é natureza, é calma, é tranquilo, é lento (por vezes, um pouco demais), mas é lindíssimo. A falta das comodidades habituais dá-nos também outra introspeção. É uma aventura para alguns, um estilo de vida para outros. E, para os menos crentes, o melhor mesmo é experimentar. Aqui ficam umas dicas de iniciante para iniciante! ;)

 

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1- Façam como eu e juntem-se a um escuteiro

Juro que foi por acaso, mas ir com alguém que tem experiência no assunto dá imenso jeito, acreditem!

  

2- Uma checklist é essencial

Acampar não é como ir para um hotel e dormir no chão. Nada disso. E como tal, fazer a mala exige que não nos esqueçamos de items básicos, como o papel higiénico ou a lanterna.

 

3 - Mas se nos esquecermos de algo, não é dramático

Muitos imaginam-se a acampar no meio da selva, sem nada a que recorrer além de pauzinhos de madeira ou fruta de árvore. Não é nada assim! Na maioria dos parques de campismo há mercearias, restaurantes/cafés, bares, balneários (com água quente!!!!), churrasqueira, piscina, etc. Há civilização, há carros inclusivé. Por isso respirem fundo.

 

4- Atenção às reservas

Geralmente, quando se reserva uma tenda, apenas se está a guardar o espaço para acampar, e não a tenda em si, que se deve trazer "de casa". Este mal entendido aconteceu a um casal jovem de alemães que conheci quando regressava ao Porto e que, perante o sucedido, regressavam também após 10 minutos no Gerês.

 

5 - Tendas impermeáveis, por favor

Pois é amigos, na segunda noite do meu campismo, o tempo não perdoou e estivemos horas a ouvir a chuva cair, lá fora. E, mesmo com uma tenda impermeável, há sempre alguma humidade a passar para o interior, especialmente de lado. Portanto, este é um item importante.

 

6 - Cuidado com os colchões de água

Os imprevistos acontecem, e este aconteceu a um casal estrangeiro que passava uns dias também no parque onde estive. O colchão de água onde dormiam furou durante a noite e, azar dos azares, como choveu toda a noite, tiveram que ficar na tenda até de manhã. Portanto, pensem duas vezes antes de arriscarem...

 

7 - Comer no campismo pode ou não ser saudável, a opção é de cada um

Conservar os alimentos num acampamento pode ser um desafio, devido à dificuldade de refrigeração. Mas há sempre opções saudáveis para confecionar (futuramente no blog partilharei algumas ideias). Além disso, vale sempre a pena levar linhaça ou alimentos laxantes, just in case.

 

  

Como devem ter percebido, o tempo não esteve a meu favor. Se o campismo por si só já era um desafio, a chuva revelou-se uma verdadeira intrusa. E eu, difícil de convencer, desisti à primeira noite ensopada. Ainda assim, gostei da curta experiência no Parque da Cerdeira, com ótimas condições, e espero repetir quando o sol der um ar da sua graça. ;)

 

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Não sei o que faz este José Rodrigues dos Santos, que não consigo largar as linhas que escreve. Não há direito! Uma pessoa escolhe um romance para matar o tempo nas férias de verão, entre uns mergulhos e uns banhos de sol, mas mal se começa, não se consigue parar, qual mar, qual quê?

 

Fico na toalha intrigadíssima, a tentar imaginar mil e uma formas de Afonso se cruzar nos trilhos de Agnès, como se coubesse à minha pobre vontade os seus fadados destinos, provavelmente trágicos (não me contem, por favor). Desconfio que até irei deixar escapar umas lágrimas (não seria a primeira vez), e mesmo assim não paro, não há direito!

 

Um romance de época que retrata com um realismo impressionante o contraste entre as diferentes classes sociais no início do século XX, e sempre segundo a agradável fluidez literária a que o seu autor já nos habituou, impossível de largar do princípio ao fim. Pouco recomendado, para quem não se procura envolver ou emocionar, principalmente à vista dos voyeurs da praia (que vergonha!).

 

 

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Voyeurs das praias portuguesas

por Happy & Healthy, em 05.08.15

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Se há coisa que adoro, é pôr os pés na areia. Não se deve apenas à maravilhosa sensação de chegar e avistar uma azul planície, ou à memória de belos tempos de lazer e diversão, mas simplesmente ao facto de sentir os finos grãos massajarem as abundantes terminações nervosas que me preenchem a planta dos pés.

 

Contudo para ser sincera, constato sempre que qualquer praia guarda consigo um culto de voyeurismo. Vêem-se olhos a saírem dissimuladamente por entre páginas dos romances de José Rodrigues dos Santos, para observarem as curvas, os bikinis, ou mesmo as celulites (mais comuns até, hoje em dia) desfilarem pelo areal. Admiram, para rapidamente julgarem, à bom português. Mas o vulto passa e depressa outro ocupa o lugar do anterior. Há mais marés que marinheiros.

 

 

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Andava aqui à procura de um destino económico de férias e parece que para além dos voos low cost, há agora cruzeiros low cost!!! Confesso que nunca tinha pensado nessa hipótese, porque no meu inconsciente sempre soube que barcos eram para gente rica e que, portanto, teria que me contentar em visualizar o horizonte desde a linha da costa. Assim mesmo, de costas para a terra e encarando o mar de frente, o que parecendo valentia, se resume simplesmente à falta de recursos... :P

 

Mas hoje, os mundos marítimos abriram-me uma surpreendente oportunidade, através de uma plataforma de veleiros online, onde estão disponíveis viagens a preços bem mais acessíveis. Ainda assim, pode ser puxado para alguns bolsos, é certo. O melhor será angariar um grupo grande, de até 12 pessoas, reduzindo o preço para cada um. Mas só de haver já esta possibilidade... Onde há possibilidade, há esperança.

 

Aspirando um pouco além dos destinos espanhóis, fixei-me nesta hipótese de margens turcas (já sabem que sonho alto). Mas achei o preço acessível para uma viagem destas, ora vejam!

 

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O convés, de toques rústicos, pareceu-me muito atraente e confortável (embora não disponha de nenhum termo de comparação, dada a minha reduzida experiência na matéria, é facto), contudo, não sendo luxuoso, tem um ar arranjadinho. Para mais, aquela proa, com belos colchões de banhos de sol, teria grande utilidade após outros banhos nas águas azuis do Mediterrâneo. Seria também o cenário ideal para animadas ceias ao pôr-do-sol, à brisa de novas experiências gastronómicas (que também servem a bordo). Não me parece de todo um quadro mal pintado, não senhor.

 

Neste preço, estão incluídas as refeições e alguns tours (e já agora coletes salva-vidas para os mais despistados azarados). O barco dispõe ainda de cozinha equipada, para quem preferir fazer umas receitinhas aqui do blog. ;)

 

E pronto, tenho que preparar a minha mesada, está visto! Provalvemente não será este ano, mas um cruzeiro na Turquia vai oficialmente para a minha lista.

 

Há outros destinos disponíveis na tal plataforma - antlos.com, com diferentes preços e condições. Podem ver tudo AQUI. Mas atentem às letras pequenas, pelo sim, pelo não. ;)

 

Sea you*

 

 

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Créditos de Imagem | Antlos

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O Wareztuga fechou as portas

por Happy & Healthy, em 03.07.15

Ainda nem estou em mim com o final deste projeto. Se tentarem aceder à página do Wareztuga, podem encontrar a seguinte mensagem:

 

"Durante estes quatro anos sempre fomos fieis à nossa identidade e hoje temos a certeza de que fomos capazes de enriquecer culturalmente os nossos utilizadores. O enorme trabalho feito por todos os integrantes da equipa, ao longo de todos estes anos, permitiu mostrar que a falta de recursos pode sempre ser resolvida com uma enorme dose de paixão, empenho e dedicação.
 
Hoje, o wareztuga.tv chega ao fim. É uma decisão extremamente difícil para todos nós, mais do que a maioria poderá sequer imaginar, mas o nosso trabalho atingiu patamares de popularidade tão altos, que se tornou absolutamente impossível continuar a lutar e a gerir um projecto de tamanha dimensão."

 

E é verdade. O wareztuga foi um projeto nacional que atingiu uma enorme adesão por parte do público português, oferecendo filmes e séries internacionais com grande qualidade, legendadas e num tempo mínimo. Tenho muita pena que não consigam mantê-lo, pois também eu me rendi aos seus encantos. Quero contudo agradecer os bons momentos que me proporcionaram. E que venham outros... depressa ;)

 

[Entretanto, para os viciados já criaram um grupo no facebook chamado "Alternativas ao Wareztuga" :P ]

 

 

 

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Este verão promete...

por Happy & Healthy, em 26.06.15

Finalmente! Estou finalmente de férias! Acho que nem acredito. Esperem só um bocadinho, vou me beliscar. Sim, parece que é verdade! Fériiiiaaaaas. E agora? Alguma sugestão?

 

O meu primeiro impulso é fazer tudo aquilo que tenho andado a adiar no último mês: Praia, claro. Um gelado bem calórico (ou um caseiro ainda melhor). Uma viagem (ou várias, quem sabe). Matar saudades dos amigos (e de vocês). Sim, atualizar o blog está na lista, assim como novos projetos, que espero que vos entusiasmem tanto como a mim (amanhã saberão mais)! E ver aquela série que tenho andado a adiar, mas que me parece brutaaal: Tyrant, já ouviram falar?

 

É a minha sugestão para este verão, pois está a começar a segunda temporada, o que quer dizer que podem ver a primeira non-stop, o que neste tipo de séries dá imenso jeito, porque é impossível esperar pelo próximo episódio. Sim, é dessas!

Fala do Médio Oriente, da sua política perturbadora. De um princípe idealista que volta, após 20 anos exilado nos EUA, com peso na consciência e com vontade de mudar Ma'am. Mais, esse personagem é representado por Adam Rayner (não posso negar que aqueles olhos azuis foram uma excelente escolha :P). Eu pessoalmente adoro esta dicotomia entre o mundo moderno e as atrocidades orientais. É um choque cultural, tão real, mas ao mesmo tempo tão distante, para nós, que estamos aqui quietinhos neste pedaço plantado à beira-mar. Depois de Homeland, não esperaria outra deste género, que me fizesse arrepiar. Mas esta fez. Fica a dica ;)

 

E agora vou só ali sentir o calor das férias, e, porque não, o azul limpo do céu (adoro o verão!), e já volto.

Até já*

 

 

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Hey! Desculpem esta ausência, mas como vos tenho dito, a época de exames não é nada fácil. ;)

Muito stress, muito tempo sentada e muitas calorias a acumularem-se. Sinto também um certo cansaço psicológico, com tanta coisa para saber, com tanto pormenor. Acho que quem está a passar (ou passou) por isto sabe do que falo, certo? ;)

Há muitas pessoas que tomam vitaminas para superarem estas alturas. Na rádio que costumo ouvir, estão constantemente a falar nisso. Mas eu prefiro soluções mais naturais. Acho que a natureza tem ao nosso dispor uma variedade tão rica, que não vale a pena recorrer a meios tão artificiais (quando não há necessidade). E foi nesta minha busca por refeições rápidas e verdes que me maravilhei com a Congee.

  
E o que é a Congee?, perguntam vocês. É um projeto que faz chegar até nós refeições vegan com base na macrobiótica, construídas por alimentos frescos e biológicos, excluindo cuidadosamente tudo o que pode trazer prejuízos ao organismo. Faz chegar, sim senhora! Por encomenda, ou mesmo vindo cozinhar cá a casa! Nem queria acreditar. Além disso, têm umas aulinhas para quem deseje saber um pouco mais. Percebem agora a minha satisfação? :)

 

Para saber mais, cliquem AQUI ou visitem o facebook AQUI.

  

 

Grão-de-Bico c/ Beterraba & Manjericão

   

Hambúrgueres de Trigo & Tofu e Grão & Millet

 

Bolo de Okara, Amêndoa & Limão

 

 

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