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Não sei o que faz este José Rodrigues dos Santos, que não consigo largar as linhas que escreve. Não há direito! Uma pessoa escolhe um romance para matar o tempo nas férias de verão, entre uns mergulhos e uns banhos de sol, mas mal se começa, não se consigue parar, qual mar, qual quê?

 

Fico na toalha intrigadíssima, a tentar imaginar mil e uma formas de Afonso se cruzar nos trilhos de Agnès, como se coubesse à minha pobre vontade os seus fadados destinos, provavelmente trágicos (não me contem, por favor). Desconfio que até irei deixar escapar umas lágrimas (não seria a primeira vez), e mesmo assim não paro, não há direito!

 

Um romance de época que retrata com um realismo impressionante o contraste entre as diferentes classes sociais no início do século XX, e sempre segundo a agradável fluidez literária a que o seu autor já nos habituou, impossível de largar do princípio ao fim. Pouco recomendado, para quem não se procura envolver ou emocionar, principalmente à vista dos voyeurs da praia (que vergonha!).

 

 

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As primeiras leituras de 2015

por Happy & Healthy, em 05.01.15

Os livros que farão as honras deste 2015 pertencem a dois Josés que já há muito tinha curiosidade de conhecer.

 

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O primeiro, José Rentes de Carvalho, um autor que apesar da longa idade é conhecido pela jovialidade que deposita nas suas criações literárias. De entre as suas obras disponíveis, escolhi esta um pouco ao acaso, talvez secretamente cativada pelo palco da história - Sevilha. Bem, posso-vos dizer que a expectativa é alta.

    

Em segundo lugar, José Rodrigues dos Santos, um autor que tem dado muito que falar, e sobretudo este Natal deve ter sido, arrisco-me a dizer, um dos autores no top das oferendas natalícias, devido à invasão do seu novo sucesso nas livrarias do país - 'A Chave de Salomão'. No entanto, creio que a fama é fundamentada e, por isso mesmo, optei por esta obra, um pouco menos óbvia, que se debruça sobre os tempos salazaristas. Irá impressionar?

  

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